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O empresário e suplente de vereador Cibitinho veio a público manifestar reconhecimento e apoio ao trabalho

O empresário e suplente de vereador Cibitinho veio a público manifestar reconhecimento e apoio ao trabalho desenvolvido pelo prefeito Dr. Benjamim, ao lado da primeira-dama Gizele Lopes, à frente da administração municipal de Açailândia. Segundo Cibitinho, a atual gestão tem se destacado pelas inúmeras ações e frentes de trabalho espalhadas por toda a cidade, contemplando áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura. Para ele, os avanços são visíveis e refletem um governo comprometido com o desenvolvimento do município e a melhoria da qualidade de vida da população. “Açailândia hoje vive um novo momento, com obras, investimentos e políticas públicas que chegam aos bairros e à zona rural”, pontuou Cibitinho, ressaltando ainda a parceria e o diálogo da gestão com diferentes setores da sociedade. A manifestação reforça o reconhecimento de lideranças locais ao trabalho do prefeito Dr. Benjamim e da primeira-dama Gizele Lopes, que seguem conduzindo ações voltadas ao crescimento e fortalecimento de Açailândia.

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Marcos Brandão denuncia fake news e desmente narrativa plantada para enfraquecer parceria sólida entre Lula e Brandão 

O empresário Marcos Brandão denunciou, neste domingo (11), a disseminação de fake news e desmentiu de forma categórica uma narrativa falsa que vem sendo plantada por setores ligados ao dinismo com o objetivo de gerar intriga política no Maranhão. Segundo ele, trata-se de mais um episódio de desinformação deliberada, usada como ferramenta para confundir a população e criar um clima artificial de conflito no cenário político estadual. Brandão classificou como absurda a tentativa de atribuir a ele ou à sua família posições políticas que não correspondem à realidade, ressaltando que esse tipo de prática não contribui em nada para o debate público e enfraquece a democracia. “É uma estratégia já conhecida de um pequeno grupo que vive de espalhar mentira, plantar discórdia e desinformar a sociedade”, afirmou. O empresário também fez questão de reconhecer publicamente a importância da parceria institucional entre o Governo do Maranhão e o Governo Federal, destacando os avanços concretos que o estado vem alcançando a partir desse alinhamento. De acordo com Marcos Brandão, obras, investimentos e políticas públicas só se tornam realidade quando há diálogo, responsabilidade e compromisso com os interesses da população. Analistas políticos avaliam que a disseminação desse tipo de conteúdo falso tem um objetivo claro: tentar enfraquecer a relação entre o governador Carlos Brandão e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo essas análises, trata-se de uma tentativa desesperada de desestabilizar uma parceria que vem gerando resultados concretos para o Maranhão, na expectativa de que o presidente possa ser usado como tábua de salvação política para figuras que, fora da estrutura do governo, não teriam condições mínimas de obter sucesso nas urnas. Para Marcos Brandão, a insistência em fake news revela a ausência de propostas e de compromisso com o futuro do estado. “Enquanto alguns apostam na mentira e no conflito, o Maranhão avança com trabalho, seriedade e cooperação entre as instituições”, destacou. O empresário reforçou ainda que a propagação de notícias falsas não atinge apenas figuras públicas, mas prejudica diretamente a população, ao distorcer fatos, minar a confiança nas instituições e comprometer o ambiente democrático. “Fake news não são opinião. São ataques à verdade e ao direito da sociedade de ser corretamente informada”, concluiu. Marcos Brandão reafirmou que seguirá se posicionando de forma firme contra qualquer tentativa de manipulação da informação e defendeu que o Maranhão continue no caminho do desenvolvimento, com estabilidade política, diálogo institucional e respeito à democracia.

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Márcio Jerry critica “arrogância”: quem te viu, quem te vê!

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) elevou o tom das críticas após o boato sobre uma hipotética conversa entre o vice-governador Felipe Camarão e o governador Carlos Brandão. Jerry chamou de “arrogância” e “estupidez política” a ilação de que o governador teria “exigido” a renúncia de Camarão junto com ele próprio para que a presidente da Assembleia, Iracema Vale, assuma o governo. Nenhum surpresa na reação. O ex-lugar tenente do governo Flávio Dino é usuário contumaz de certo estilo ferino e ressentido em sua retórica. Age como se ainda estivesse no posto de homem forte do governo comunista. Só que não. Se houve, de fato, a conversa é um ritual absolutamente natural na política. Conversas, acordos de bastidores e ajustes são quase procedimentos padrões no mundo político. O ex-presidente FHC dizia mesmo que a política é “a arte de conversar”. Trazer a público o assunto – certamente com verniz mais forte e com crítica ferina escorrendo – é atitude mais do que infantil: é a mais pura demonstração de arrogância de quem quer impor ao governador uma candidatura em último lugar nas pesquisas. Quem fez coro às declarações do parlamentar foi o ex-secretário de Direitos Humanos e Participação Popular, Francisco Gonçalves, que declarou nas redes sociais que “renunciar ou não renunciar é um problema exclusivo de Brandão”. Se essa for a conhecida humildade do grupo dinista, o que será da arrogância?

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Carlos Lula se expõe com questionamentos ridículos e sensacionalistas

Em pleno início de 2026, o deputado estadual Carlos Lula (PSB) voltou a passar vexame na cena política ao repercutir com tom inflamado um episódio isolado ocorrido na virada de ano na Avenida Litorânea, em São Luís. Dois policiais militares — um de folga e outro que não havia comparecido ao serviço — se envolveram em uma confusão motivada por um suposto assédio contra a esposa de um dos agentes. A troca de agressões resultou em tiros disparados que, felizmente, não atingiram terceiros em meio à multidão, mas resultou na morte de um dos próprios agentes envolvidos na confusão. Apesar de se tratar de uma ocorrência estritamente entre os envolvidos, sem relação com a operação oficial de segurança do evento, Carlos Lula publicou em suas redes sociais uma série de perguntas retóricas com forte viés político: por que policiais armados estavam em meio à multidão? Por que um policial não estava em serviço? Como tiros foram disparados sem controle? E quem falhou no controle do evento? Os questionamentos do deputado beiram ao sensacionalismo político, na tentativa de responsabilizar a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP) e colocar a opinião pública contra as forças policiais do estado. As perguntas sugerem uma causalidade inexistente entre um episódio particular e a gestão da segurança no estado — uma manobra vista como oportunista em um contexto de disputa política. Especialistas em comunicação observam que a forma como perguntas foram colocadas extrapola uma legítima cobrança por respostas e adentra a esfera do espetáculo político, onde a narrativa é construída para efeitos midiáticos e não para a elucidação de fatos. A crítica à postura de Carlos Lula se intensifica quando se analisa sua atuação anterior em relação a questões de segurança pública. Enquanto integrante da base política do então governador Flávio Dino (PSB) e defensor declarado de seu legado, Lula pouco ou nada questionou publicamente eventuais problemas ou episódios de violência e letalidade policial no estado, mesmo em períodos em que dados divulgados por redes de observatórios e anuários de segurança apontavam o Maranhão entre os estados com índices significativos de mortes por intervenção policial. Em alguns levantamentos acadêmicos e dados nacionais, o Maranhão figura em colocações de destaque no quesito letalidade policial, com número de vítimas por ações policiais superior à média de outros estados — um debate que ganhou corpo em análises técnicas, mas raramente repercutiu com a mesma intensidade nas críticas do deputado na época em que ele defendia a gestão Dino.  Na Assembleia Legislativa e em entrevistas ao longo dos últimos anos, Carlos Lula foi enfático em defender o legado das políticas de Flávio Dino, inclusive na área de segurança pública, ressaltando, por exemplo, melhorias institucionais e combate a problemas crônicos;

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A nova tese de Carlos Lula: o governo é culpado quando alguém, individualmente, decide faltar ao serviço

Chega a soar ridículo exigir explicações da Secretaria de Segurança Pública pelo simples fato de um profissional ter faltado ao serviço. A lógica embutida no discurso do deputado beira o absurdo administrativo: seria razoável imaginar que o Estado tivesse de capturar, vigiar ou escoltar diariamente cada agente público que, por decisão individual, resolvesse não comparecer ao trabalho? A ausência injustificada é uma falta funcional que deve ser apurada nos termos da lei, como ocorre em qualquer instituição pública ou privada, e não um indício automático de colapso da gestão da segurança. Transformar um ato individual em falha sistêmica revela mais sobre a fragilidade do argumento do que sobre a atuação da Secretaria.

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[VÍDEO] Brandão coloca Réveillon do Maranhão entre os maiores do país e faz economia local explodir

O Réveillon promovido pelo Governo do Maranhão na Avenida Litorânea entrou definitivamente para o circuito dos maiores e mais bem-sucedidos eventos de virada de ano do Brasil. Sob a liderança do governador Carlos Brandão, a festa deixou de ser apenas uma celebração simbólica e passou a ocupar posição de destaque no calendário nacional, atraindo multidões, fortalecendo o turismo e provocando uma verdadeira explosão na economia local. Com uma programação robusta, artistas de projeção nacional, valorização da cultura regional e uma estrutura comparável à de grandes capitais brasileiras, o Réveillon do Maranhão transformou São Luís em destino turístico estratégico no fim de ano. Hotéis com alta taxa de ocupação, bares e restaurantes lotados, vendedores ambulantes trabalhando em ritmo intenso e o comércio aquecido foram reflexos imediatos de uma política pública bem planejada e executada. O investimento feito pelo Governo do Estado não se limitou ao entretenimento. A gestão de Carlos Brandão apostou em segurança, saúde, logística e organização, garantindo que a festa ocorresse com tranquilidade e inclusão social. O resultado foi um evento democrático, gratuito e acessível, que reuniu famílias, turistas e maranhenses de todas as regiões em um mesmo espaço de celebração. Ao elevar o padrão do Réveillon e colocá-lo no mesmo patamar de eventos consagrados do país, como os de Rio de Janeiro, São Paulo e Nordeste turístico, Brandão consolidou uma estratégia que alia cultura, lazer e desenvolvimento econômico. A festa deixou de ser apenas um momento de confraternização e se tornou uma poderosa ferramenta de geração de renda e visibilidade para o Maranhão. O sucesso da virada do ano na Avenida Litorânea reforça que o estado vive um novo momento. Um Maranhão que se projeta nacionalmente, movimenta sua economia, valoriza seu povo e mostra que investimento público, quando bem direcionado, gera resultados concretos. O Réveillon 2026 entra para a história não apenas como uma grande festa, mas como um marco da gestão de Carlos Brandão.

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